09:37
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Monique Andrad
Gustavo Tilio / Futura Press

É difícil deixar de lado o favoritismo e o sentimento de “É hexacampeão” depois da vitória de ontem contra o Corinthians (2x0). Pode até ser que o título do Brasileirão 2009 não chegue a Gávea, mas só em ver o crescimento e a maturidade do time do Flamengo de ontem já estou em êxtase.
Tomara que os deuses do futebol nos dê este tão sonhado título – 17 anos de seca – e que a equipe entre em campo no próximo domingo contra o Grêmio pondo em prática as palavras do técnico Andrade “Temos de saber controlar a ansiedade, ter equilíbrio emocional. Mas a equipe agora está mais madura, ganhou experiência. E o importante é que hoje (domingo) nós demos um grande passo para o título” (frase retirada do site Globoesporte.com).
15:27
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Monique Andrad
Está marcado para amanhã (17/11), às 19 horas, o lançamento do livro "Jornalismo on-line: modos de fazer" na Livraria Timbre - Shopping da Gávea, segundo andar. Produzido por Carla Rodrigues (PUC-Rio), que assina um dos nove textos, a obra traz também artigos de Leonel Aguiar (PUC-Rio), Suzana Barbosa (UFF), Thaís de Mendonça Jorge, Fábio Henrique Pereira e Zélia Leal Adghirni – todos da UnB –, Marcelo Kischinhevsky (UERJ/PUC-Rio), António Fidalgo e João Canavilhas (ambos da Universidade da Beira do Interior, Portugal), Carlos Castilho e Francisco Fialho (ambos da UFSC), Adriana Braga (PUC-Rio) e Pedro Doria (jornal O Estado de São Paulo).
10:45
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Monique Andrad

Sempre sonhei com o dia em que compraria aquele carro e andaria serelepe pelas ruas do Rio sentindo o vento no rosto. Tudo bem que até parece cena de filme estadunidense, mas fazer o que se fui criada vendo tais filmes? Contudo, chego aos 22 anos sem carro, sem carteira de motorista e sem nenhuma vontade de tirá-la pelos menos nos próximos anos. E tudo isso graças a estes malditos engarrafamentos!
Porque sejamos lógicos para quê comprar um carro se ficarei parada na rua com ele? E se com a quantidade de veículos que circulam nas ruas já estamos beirando o caos imagina eu colocando mais um na estrada. Literalmente, mais lenha na fogueira!
Essas e outras razões me fizeram deixar a grana no banco e me deslocar pela cidade em nossos “queridos” ônibus lotados. Sinceramente, vejo todos os avanços tecnológicos acontecerem na minha frente, mas até agora nada de inventarem o carro voador, o tele transporte e coisas que facilitem a locomoção das pessoas. Não suporto mais ficar parada no engarrafamento uma hora e meia por dia. Já pensaram que é uma hora e meia a menos de vida útil? Isso em uma semana representa sete horas e meia e como todos sabem tempo é bem-estar, família, amigos e se o chefe achar que você chega atrasado de propósito o seu emprego também!
Eis os meus, os seus e os nossos sonhos de toda manhã, tarde, noite...

12:06
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Monique Andrad

A Agência Uerj de Notícias Científicas entrevistou o idealizador da proposta na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Cavadas. Quem sabe após ler a matéria, vocês se animam a praticar este ou outro esporte?
Alunos da Uerj montam time de futebol americano universitárioGrupo já busca meio de conseguir verbas para melhorar desempenho
Aldevan Junior e Juliana Gonçalves
O futebol americano não é um esporte dos mais populares no Brasil, mas aos poucos parece estar ganhando seu espaço. De acordo com matéria publicada pelo Globoesporte.com, em 19 de julho deste ano, a modalidade começou a ser praticada no Rio de Janeiro nos anos 1980 e o estado tem dez times filiados à Associação de Futebol Americano do Brasil (AFAB). Possui também, já há uma década, a competição estadual de maior destaque do país – o Carioca Bowl – disputada na areia. No embalo da tradição carioca, alguns estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) estão montando uma equipe universitária.
O idealizador do time, Eduardo Cavadas (graduando de física), contou que a idéia de montar um time na Uerj surgiu em maio deste ano, após a notícia de que aconteceria o primeiro campeonato brasileiro de na grama – até então o esporte era praticado somente nas areias das praias. “Eu vi que a realidade está mudando, estamos saindo do amadorismo. As pessoas estão jogando com os equipamentos corretos e então pensei: por que não um time na Uerj? Então, logo criei uma comunidade no Orkut visando divulgar essa idéia”. Entretanto, a divulgação na Internet não surtiu muito efeito e ele mudou de estratégia, como explica: “há pouco mais de um mês, espalhamos 30 cartazes pelos corredores da Uerj. Com isso, em menos de três semanas conseguimos 30 jogadores, nosso objetivo é ter 50”.
O time conta com o auxílio do Instituto de Educação Física: “temos o apoio integral do Instituto. Liberaram o campo toda quarta feira a partir das 15 horas para treinarmos. A Direção apenas pediu que houvesse o acompanhamento de algum profissional de educação física e alguns alunos deles nos ajudam com a parte do condicionamento físico dos jogadores”, diz Eduardo. Segundo ele, o projeto foi apresentado a Sub-reitora de Graduação e a intenção é torná-lo um projeto de extensão do Instituto de Educação Física e, assim, ganhar um aparato técnico.
A equipe conta com iniciantes, que estão aprendendo a jogar na Uerj. Este é o caso de Diego Lopes, que também é aluno do Instituto de Física. Ele começou a praticar o esporte no segundo semestre deste ano: “joguei uma vez na praia, gostei e comecei a ir aos treinos. Depois soube do time da Uerj e então me interessei”. Outros, já conhecem o esporte há algum tempo, como o estudante de Direito, Erick Paixão, praticante do esporte há um ano: “comecei a me interessar pelo futebol americano há quatro anos, meu primeiro contato foi através de vídeogame. Passei a assistir pela TV e fui aprendendo as regras. Hoje, estou na equipe da Uerj e disputo o Carioca Bowl pelo time Copacabana Sharks”, afirma.
Os jogadores têm a expectativa que o time possa jogar com as outras equipes do estado, mas sabem das dificuldades. “Podemos nos tornar um time amador, pois para sermos profissionais é necessário ter muita verba. Mas se disputarmos com outras equipes do Rio e conseguirmos um bom desempenho já vai ser muito bom”, declara Erick.
12:09
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Monique Andrad

Alguns choram, outros ascendem vela, tem gente que reza. Mas, nos EUA encontraram uma maneira bem americana de homenagear as vítimas do atentado terrorista ao World Trade Center. Construíram o navio de guerra USS New York.
Mas peraí... Um navio de guerra? Para homenagem os mortos? Mas um navio de guerra não produz mais mortes? Bem, na terra do Tio Sam contanto que os mortos não sejam estadunidense está valendo. O navio, construído nos estaleiros da Louisiana, contém 7,5 toneladas de provenientes das Torres Gêmeas e deve ser usado em operações especiais contra terroristas.
De acordo com reportagens saídas no último dia 2, a homenagem foi recebida com alegria pelos parentes das vítimas do atentado, ocorrido em 11 de setembro de 2001, que vitimou aproximadamente 3 mil pessoas. Entre as declarações que li duas, em especial, me chamaram a atenção a da americana Nancy Cinei, dada à AFP, "Meu filho Michael morreu no 11 de setembro. Ele era bombeiro com apenas nove semanas de atividade. Saber que o World Trade Center é parte do USS New York significa muito para mim" e a de Brian Dunwoody, membro da polícia da autoridade portuária de Nova York e Nova Jersey, que declara “Meu departamento perdeu 37 policiais naquele dia. O fato de terem construído este navio de guerra com o aço das torres é uma boa forma de recordar as pessoas que perdemos naquele dia".

“é uma boa forma de recordar as pessoas”, será mesmo? Sinceramente, não vejo como. Talvez seja pelo fato de viver em um país sem tradição de guerra onde os problemas se resolvem com uma boa pizza. Ah! Sabe qual é o lema do navio? “Never forget” (Nunca esqueceremos), forte, né?!