Never can say goodbye... Michael Jackson.

Cresci ao som de Michael Jackson. Aprendi a dançar imitando seus passos. Cantarolava músicas, das quais não sabia o conteúdo somente porque a sua voz as embalava. E agora de uma hora para outra, ele se vai e em mim reina a saudade e a certeza de que seu nome ficará na mente de todos os que vivenciaram o estrelato do jovem negro, depois branco, que se tornou o Rei do Pop.

Cada vez mais acredito nas sábias palavras de Renato Russo "É tão estranho/ Os bons morrem jovens/Assim parece ser/Quando me lembro de você/Que acabou indo embora/Cedo demais".

Inesquecível pastel de feira...

A espera foi grande... Uma semana aguardando para devorar um pastel de queijo quente e suculento na feira. Mas, finalmente, o momento havia chegado... Lá estava na feira de Vila Isabel, às 9:23 da manhã de hoje, quando uma cena tocou meu coração.

No chão da Rua 28 de Setembro, um pouco mais a frente, uma menina fazia seu desejum. No cardápio: umas cascas de banana, um pedaço de pão e mais algumas coisas que não quis reparar, tudo, possivelmente, retirado de uma lixeira próxima ou fazia parte da feira. Incrível cena urbana dessas que, infelizmente, já nos acostumamos a ver ou que, simplesmente, viramos o rosto com receio de encarar a realidade. Mas, dessa vez, aqueles olhos castanhos foram tão de encontro aos meus que o tão esperado pastel tomou o destino daquela jovem menina. Fiquei triste por já ter tirado um pedaço, pois era um pedaço a menos para alimentá-la, mas não havia mais dinheiro comigo que lhe comprasse um inteiro.

A cena em si, já teria todos os requisitos para ficar marcada na minha memória, mas ela foi além...

"Mas e você vai ficar com fome?" - ela me perguntou. Ali pude perceber o quanto as pessoas são boas e generosas, pois em meio ao seu estado ela ainda pensou em mim... Incrível e divino simultaneamente.

Descubra porque sua conta de luz aumenta!

Espero que apreciem a matéria do meu noivo:

Impostos afetam política de descontos em contas de luz
Estudo afirma que consumidores mais pobres chegam a pagar 47% de tributos
Aldevan Junior

Subsídios em contas de luz para beneficiar consumidores de baixa renda existem no Brasil há anos. Entretanto, Juliana Nascimento Lago, graduada em ciências econômicas pela Uerj, sugere que essa prática não vem sendo tão compensadora para a população carente, principalmente por causa dos impostos embutidos. Sua monografia explica o quanto e como pessoas pobres perdem com essas assistências.

Segundo o texto da monografia, até o processo de privatização do setor elétrico nos anos 90, a política de subsídios nas contas de luz para a população carente funcionava da seguinte maneira: “os subsídios se davam com os grandes consumidores de energia de alta tensão, notadamente industriais e comerciais, pagando tarifas mais elevadas para subsidiar o consumo residencial”.

A autora esclarece que a venda de rentáveis empresas estatais de distribuição de energia para o capital privado fez os grandes consumidores migrarem para elas, pondo fim ao subsídio. “A partir de julho de 2000, os consumidores com demanda contratada igual ou superior a 3 MW (megaWatts) puderam optar por ser ‘cliente livre’, ou seja, estes não precisavam mais adquirir energia daquela empresa concessionária de sua região, estando livres para negociar preços, produtos e serviços com outras empresas”, escreve.

Com isso, segundo o texto, os descontos nas tarifas sociais de energia elétrica passaram a ser de outra forma: são aplicados em relação à faixa de consumo dos clientes, ou seja, quanto menor a média de KwH utilizados por mês, maior o desconto na conta.

Há um fator que, segundo Juliana, faz com que mesmo com a adoção do desconto progressivo, o preço final ainda fique caro: a alta carga tributária imposta pelo governo brasileiro nas tarifas de energia elétrica. “Impostos e encargos podem corresponder à cerca de 47% (dados da cidade de Goiânia-GO) do preço da tarifa de energia elétrica para os consumidores residenciais”, assegura.
Desta forma, de acordo com a cientista econômica, os descontos não compensam, pois, pagando valores altos, os consumidores de baixa renda passam a consumir menos e se privam da qualidade de vida que o consumo de energia elétrica oferece. “A tarifa de energia elétrica vem sendo utilizada para arrecadar recursos financeiros para o governo através de uma carga tributária crescente, o que eleva o preço da eletricidade e, consequentemente, restringe o seu consumo, afetando negativamente o bem-estar dos consumidores”, garante.

Juliana afirma que deve haver transparência: “seria importante que os encargos e impostos embutidos no preço final da energia fossem exibidos na fatura de energia”. Ela ressalta ainda que os impostos podem ser compensadores de outras formas. “A receita gerada pela cobrança desses tributos, se aplicadas em políticas de cunho social e de desenvolvimento, pode gerar benefícios para os consumidores mais pobres”, encerra.

Obs: Matéria publicada no site da Agenc ( http://www.agenc.uerj.br/).

"Jornalismo é igual a culinária" parece piada, mas alguns acham isso.

Foto: Nelson Jr. /STF
Esse é o responsável pelo fim da obrigatoriedade do diploma para
exercer a profissão de jornalista: Gilmar Mendes, Ministro do STF
.

Sinceramente, ainda não caiu a minha ficha... Acho imoral a atitude tomada pelo Supremo Tribunal Federal, ontem, que simplesmente retirou a necessidade do diploma para exercer a atividade jornalística nesse país. E como fica a situação de uma mulher que se dedicou por 3 anos e meio para, finalmente, ingressar em uma faculdade pública de qualidade (UERJ) e no meio do curso recebe tal informação?

Quem são eles para afirmarem que o aprendizado da faculdade não é válido? Eles, por acaso, são jornalistas para terem essa certeza? Será mesmo que essa medida ampliará a liberdade de expressão em um país que não consegue garantir nem mesmo a liberdade de ir e vir?

A piada maior, resido na afirmação de que estão cumprindo os dizeres de uma constituição caduca como a de 1988. Senhor, nessa época ainda existia escravidão no Brasil!!!!!!! É tão difícil perceber que ela está, totalmente, desatualizada e que há décadas não corresponde mais a nossa realidade? Pois, bem cada um só enxerga aquilo que quer...

Esses são os nomes dos nossos carrascos: Gilmar Mendes, presidente do STF e os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello.

Para saber outras informações, clique no título da postagem e leia a matéria do site Globo.com

Bom mais partindo para a ironia, já que jornalismo e culinária são, praticamente, iguais... Resolvi brindá-los com uma receita de bolo de fubá.

Bolo de fubá de liquidificador:


Ingredientes:

· 1 copo de óleo

· 3 ovos

· 1 ½ copo de açúcar

· 2 copos de fubá

· 1 copo de trigo

· 1 copo de leite

· 1 colher de sopa de fermento em pó

· 1 pitada de sal


Modo de preparo:


1. Bater tudo no liquidificador

2. Colocar em uma forma untada com margarina e polvilhada com trigo ou fubá

3. Assar em forno pré - aquecido por 45 minutos

4. Quando sair do forno polvilhar com açúcar e canela


Tempo de preparo: 50 minutos

Rendimento: 15 porções


Obs: Esta receita é do site: www.tudogostoso.uol.com.br

Cabral esqueceu, mas eu não!

Foto: André Coelho - O Globo
Gostaria de saber o quê o governador disse ao paciente

Há exatos 2 anos, 5 meses e 13 dias, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral acompanhado do secretário de saúde, Sérgio Côrtes, em visita surpresa ao Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, deu a seguinte declaração ao site Globo.com:

- É uma calamidade pública, estou chocado. Uma coisa é o criminoso matando inocentes. Outra é o estado cometer genocídio. O que o estado faz aqui é cometer assassinatos, com mais mortes do que na luta selvagem desses criminosos. Esse é o conjunto do que há de pior que um ser humano pode fazer para destruir um hospital público. Com certeza o MP (Ministério Público) vai verificar as causas e tomar as previdências.

Pois bem, após 2 anos de espera a situação entra-se, exatamente, igual ou até pior do que na época verificada. E agora Cabral? O que aconteceu com toda a sua indignação? Será que depois de todo esse tempo começou a considerar o genocídio dos inocentes cariocas e brasileiros algo válido?

Isso sem contar nas atitudes do nosso Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que vive desfilando de um lado para o outro com promessas de melhoria do Sistema Único de Saúde (SUS), alimentando o sonho de uma saúde pública à altura dos impostos que pagamos. Mas, o máximo que realizou até hoje foi à inauguração de algumas dezenas de UPAs (Unidade de Pronto-Atendimento) que pelo visto é tudo o que nos sobra do grande bolo do dinheiro público, ou seja, meia dúzia de migalhas. Mas essa já é outra história...


Caso queira reler a matéria, eis o link: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2007/01/03/287270797.asp

Bem-vindos a Copa das Confederações na África do Sul...

Dia de estreia da seleção brasileira, na Copa das Confederações da África do Sul, e, é claro, não poderia deixar de me manifestar sobre o evento. Embora, não tenha a menor pretensão de comentar os lances da partida contra o Egito - vencida no sufoco por 4 a 3 -, sinto-me no dever de lembrar-lhes que a continente africano não é a festa que os noticiários exibem e/ou exibirão nos próximos dias.

Por isso, vamos a cruel realidade que assola a população local... Concordo que mascará-la é mais viável e lucrativa, mas é sempre bom salientar que a África não é composta só de rostinhos bonitos e, principalmente saudáveis...


Só para não esquecer de lembrar...

1- O número de crianças que morrem por causas evitáveis é inaceitável – todos os dias mais de 3.800 crianças não resistem a doenças comuns na infância - , já que podem ser evitadas com vacinas que custam míseros 17 euros e combatem seis doenças (tétano, tuberculose, sarampo, tosse convulsa, difteria e poliomielite);
2- Fragilizadas pela subnutrição que afecta milhões de famílias, pela pobreza extrema, pela falta de acesso a cuidados de saúde básicos, por guerras ou catástrofes naturais e cada vez mais violentas muitas crianças não chegam a completar cinco anos de idade;
3- Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo;
4- 11 mil crianças morrem de fome a cada dia;
5- Um terço das crianças dos países em desenvolvimento apresentam atraso no crescimento físico e intelectual;
6-1,3 bilhão de pessoas no mundo não dispõe de água potável;
7- 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são anêmicas e encontram-se abaixo do peso;
8- Uma a cada sete pessoas morre de fome no mundo...

Eses são apenas alguns dados que nos indicam a gravidade do problema... Mas fazer o quê se os governantes preferem gastar rios de dinheiro na construção de estádios de futebol e alojamentos para atletas em detrimento da saúde física e social da população? Enfim, não sou contra nenhum tipo de esporte... Sou contra apenas a morte de centenas de inocentes para que ele possa ocorrer. Na medida que o investimento sulafricano para sediar a Copa das Confederações e, posteriormente, a Copa do Mundo de 2010 saciaria a fome de milhares... Mas repito fazer o quê se eles não pensam assim?


OBS: Todos os dados foram retirados de sites e/ou blogs da internet.

Jornalista de Opinião adverte: Informação em excesso faz mal a saúde

Vocês alguma vez já refletiram sobre a quantidade de informações que nos é dada ao longo de um dia? É impressionante, mas cada pessoa que pára e lhe diz "oi", invariavelmente, lhe informa algo de novo. "Viu a Dilma Rousseff está com câncer", "A Maya está se apaixonando pelo Raj", "A cotação do dólar subiu", "Vai chover no feriado", "O Obama falou a respeito das novas declarações do Bin Laden".... E por aí vai à gana de notícias, a qual você se vê envolvido. Isso sem contar a sagrada hora das refeições em que nos sentamos a mesa (Será mesmo?) e em frente à TV somos bombardeados por matérias sobre diversos assuntos. Sem compaixão ou receio de que o tiroteio noticiado, ao meio-dia, ainda nos cause má digestão às dez da noite.

Mais a principal pergunta nisso tudo é: O quanto de informação conseguimos apreender? Sim, porque se pelo menos ela fosse constante, mas quase sempre oscila de um site para outro e nós pobres coitados fazemos uso da velha tática do unidunitê para decidir qual delas é a mais confiável ou a menos desconfiável.

É fato que a juventude nunca na história desse mundo (Essa frase me lembra alguém! rs) esteve tão conectada aos acontecimentos globais, mas será mesmo que ela sabe fazer uso de tamanha tecnologia? Bem, provavelmente não... Fato provado pelas pesquisas que indicam como campeões de buscas no Google assuntos como sexo, drogas e pedofilia. Sem contar os grupos que se unem para programar uma briga na saída do jogo X ou as meninas anorexicas e bulímicas que buscam "orientações" para prosseguir rumo à morte.


Enfim, tenho cá minhas dúvidas sobre os aspectos positivos da “globalização”, pois essa história de que diminui as fronteiras e nos torna todos irmãos, até agora não diminuiu o racismo e a xenofobia entre os homens...

Felizes para todo o sempre...

Ontem, fui testemunha de um enlace matrimonial, onde todos os convidados foram envolvidos pela atmosfera de amor eterno que exalava dos noivos. Uma cena belíssima que quando acontece trás a certeza de que o “felizes para sempre” pode não ser tão conto de fadas no fim das contas...

Por mais raro que tenha se tornado ocasiões desse tipo sempre trazem consigo um clima de amor e ternura que me encanta demais... “Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, durante todos os dias da nossa vida”. Esta é a frase que une dois corações pela eternidade... Não poderia ser mais bela e nem mais simples, pois resume todas as alegrias e percalços que um casal enfrenta na vida a dois.

Mesmo vivendo em uma sociedade onde palavras como casamento, fidelidade e amor saíram de moda, resisto, pois creio na força dos sentimentos e até no príncipe em um cavalo branco. É difícil conceber que, atualmente, a máxima da juventude, a qual faço parte, seja ir para a noite e beijar o máximo de pessoas que conseguir. Como chegamos a tal ponto de degradação não sei. Mas, me causa repulsa o fato de existirem tantas pessoas descartáveis, verdadeiros copinhos de plástico desses que a gente usa e joga fora.

Abaixo ao copinho de plástico e viva ao Casamento! E que os noivos sejam do fundo do meu coração... Felizes para todo o sempre! AMÉM!

Mudar é preciso!

Sabe quando a estrada se bifurca e chega a hora de decidir qual rumo você dará a sua vida? Pois bem, isso aconteceu com nosso blog Jornalista de Opnião. Finalmente, chegou o momento de torná-lo mais sério e comprometido com a realidade que vislumbro na minha vida profissional. Mas aí me vem a pergunta... "O que muda de fato?" Creio que a mudança será no ritmo das postagens, na medida que pretendo organizá-las em dias fixos: segunda, quarta e sexta. No mais o conteúdo será melhor trabalhado e as matérias mais reflexivas.

Espero que curtam essa fase mais adulta do J.O., pois todos precisam crescer um dia.

Beijocas mil,
Monique Andrade.

Que Deus lhes ajudem...Amém!


Mal acordei e fui surpreendida com a notícia do avião da Air France que desapereceu quando realizava o percurso Rio de Janeiro-França. O voo AF 447, aparentemente, teve um problema de pane elétrica, enquanto sobrevoava o Oceano Atântico. A bordo da aeronave havia 228 pessoas (216 passageiros e 12 tripulantes): 73 franceses, 18 alemães, 9 italianos, 6 americanos, 4 húngaros, 5 chineses, 2 espanhóis, 2 ingleses, 2 marroquinos, 2 irlandeses, 1 angolano, 1 belga, 1 turco, 1 norueguês, 1 russo, 1 eslovaco, 1 austríaco, 1 argentino, 1 polonês, 1 romeno, 1 sueco, 1 islandês e 1 filipino, já a tripulação era composta por brasileiros e franceses.

Enfim, desejo do fundo do coração que as vítimas sejam encontradas o mais rápido possível e que Deus na sua infinita bondade possa afagar o coração dos parentes de cada um deles. Força a todos e tenham certeza que existe um grande corrente orando por vocês. AMÉM!