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A primeira matéria do meu amor...

Neste dia tão especial para nós, meu querido, em que completamos 2 anos e 3 meses juntos, tenho o orgulho de postar a sua primeira matéria produzida para o site da Agenc (www.agenc.uerj.br). Amo-te Ju!

Uso de software livre pode ser solução para micro e pequenas empresas

Pesquisador afirma que programas tipo o Linux são o diferencial para o sucesso.

Aldevan Junior

O Brasil possui cerca de 4.900.000 empresas classificadas como micro ou pequenas, que representam mais de 90% da atividade empresarial no país e geram 57% dos empregos. Entretanto, essas sofrem com a implementação de soluções integradas de gestão por modelo próprio, que tem um custo alto. Pensando nisso, o graduado em informática pelo IME-Uerj, Leonardo Mendes de Lima Barros, escreveu monografia sobre proposta de criação de uma empresa de soluções integradas de gestão para micro e pequenas empresas. De acordo com o texto da monografia, o estudante aponta a possibilidade de um baixo custo final para os tipos de empresa em questão, caso elas passem a utilizar softwares livres.

Gerir uma empresa através de sistemas integrados não é algo supérfluo, segundo Leonardo Barros afirma no trabalho. Pelo contrario, segundo ele, tal fator tem sido um diferencial no atual cenário econômico mundial. Este modelo de gestão com o uso da informática dá ao empresário maior controle do seu investimento, desde a emissão de memorandos ou notas fiscais até mesmo à contabilidade da empresa. “Mas com a dificuldade presente na implementação desses sistemas, principalmente nas suas instalações e manutenções é muito difícil que um micro ou pequeno empresário retire parte do seu capital para investir neste setor”, escreve Leonardo.

É este o ponto principal que o ex-aluno do IME-Uerj aborda em seu estudo. Tendo como base a utilização de softwares livres – o Sistema Operacional Linux é a sua referência –, Leonardo traça um projeto que visa a permitir que micro e pequenas empresas invistam em sistemas integrados que, além de terem preços mais em conta, permitem aos empresários encontrar o diferencial para se destacarem em um mercado cada vez mais competitivo.

Na projeto, o informático simula uma empresa para atuar como prestadora de serviços, numa estrutura que envolveria seis funcionários, dois sócios, um escritório e um total de custos com equipamentos que chegaria, contando com o capital de giro, a R$ 48.000,00. Leonardo teve o cuidado também de planejar até cada etapa da construção da empresa, desde a determinação de cada função até onde seriam divulgadas as oportunidades de emprego para o investimento.

Segundo a monografia, tudo isso seria planejado com o intuito de atingir principalmente alguns ramos comerciais, como,por exemplo, farmácias e padarias, muito parecidas em seus setores no mercado. Os softwares livres criados pela empresa elaborada no projeto do graduado seriam para informatizar os sistemas de gestão dessas micro e pequenas empresas. “O empreendimento teria a exclusividade na manutenção e implementação desses sistemas que, sendo de natureza livre, estaria dentro do orçamento dos empresários. E estes, inseridos num modelo próprio de gestão informatizada – mais adequado ao seu tipo de investimento – teriam nos sistemas integrados verdadeiros diferenciais para se destacarem entre as micro e pequenas empresas, que a competitividade faz pensar que, aparentemente, são parelhas”, disse.

O pesquisador aponta que fazer parte da realidade globalizada da economia mundial é um direito dos micro e pequenos empresários brasileiros. Além disso, a globalização depende da rápida e competente transmissão de informações. Leonardo acredita que as plataformas livres serão os alicerces para as empresas que balizam a economia nacional poderem fazer parte dessa globalização. “Daqui a pouco até mesmo o uso da simples caneta será substituído por algo dotado de inteligência artificial”, afirma.

Homenagem para meu noivo Aldevan Junior.

Hoje posto em ritmo de festa, pois é o aniversário de meu noivo...

Pensei em inúmeras coisas para lhe dizer, meu querido, em várias frases e palavras que pudessem descrever a felicidade que sinto por estar ao seu lado. Confesso que não foi nada fácil, mas consegui lhe definir em uma só expressão: determinação e coragem; Determinação para lutar pelo que acredita e coragem por abandonar o emprego estável que possuía em busca de um sonho. Você é motivo de muito orgulho para esta "pequenininha" que vos escreve e de muitas alegrias. Se lembra do nosso primeiro beijo? Pois é, naquele momento me considerei a mulher mais sortuda de todas e com o tempo só reforço esta primeira impressão.

Obrigada por sempre estar ao meu lado me apoiando e sabia que sempre estou com você, meu amor. Estou na torcida por todos os seus, melhor, os nossos sonhos, porque vejo em seu olhar vontade e garra para alcançá-los. E hoje, no dia de seu aniversário, gostaria que você soubesse que estou na arquibancada da nossa vida lhe aplaudindo.

Beijos, feliz 22 anos, AMOTE Aldevan Junior!

Cine Al Dente: A Múmia – Tumba do Imperador Dragão


Nessa sexta-feira, o Cine Al Dente é mais do que especial, uma vez que a crítica de hoje é do jornalista Aldevan Junior. Acreditem apesar de muito jovem no ramo ele já demostra muita talento em seus comentários bem ponderados sobre o filme A Múmia – Tumba do Imperador Dragão.

Sendo assim, meu comentário sobre o longa fica para amanhã. Mais uma coisa, favor desliguem os celulares porque A Múmia – Tumba do Imperador Dragão está para começar.

Uma nova história com a base antiga
Aldevan Junior

O novo filme, A Múmia – Tumba do Imperador Dragão (The Mummy – Tomb o f the Dragon Emperor) passa-se na China antiga e na dos anos 40. O Imperador Shihuang Lin (Jet Li, ele mesmo) e todo o seu exército sofrem maldição da feiticeira Zi Yuan (Michelle Yeoh de O Tigre e o Dragão), que os torna prisioneiros de terracota. Segundo a lenda, aquele que desfizesse o feitiço acordaria um Imperador imortal, que dominaria o mundo. E o que acontece? O Imperador é ressuscitado e Rick O’Connell (Brandon Fraser, o mesmo Rick dos outros dois filmes) tem a missão de detê-lo.

O filme traz um casal O’Connell mais amadurecido: Rick aposentado da vida de descobridor de múmias e Evy escritora. Por falar em Evy, Maria Bello (de As Torres Gêmeas) deixou a desejar. Apesar de tentar demonstrar durante toda a película, ela não tem o carisma de Rachel Weisz. Já o filho do casal, Alex (Luke Ford, de vários sitcons norte americanos) aparece no longa adulto e desbravador de múmias como o pai. Como coadjuvante, temos a presença da jovem atriz de Hong Kong, Isabella Leong (A Batalha dos Deuses) no papel de Lin. A bela já em seu primeiro filme de língua inglesa mostra talento e se destaca.

Rob Cohen, também diretor dos dois primeiros filmes (A Múmia – The Mummy – e O Retorno da Múmia, The Return Mummy), se esforçou para manter o nível das últimas obras da série. O resultado, contudo, foi uma trama com excesso de ficção que deixou a única impressão que não deveria: a falta de uma múmia autêntica.

A Múmia – Tumba do Imperador Dragão, mostra a China antiga brilhantemente representada à época da construção da Grande Muralha. Entretanto, a dos anos 40 apresentou algumas falhas que não poderiam acontecer como o figurino atemporal das bailarinas da casa de entretenimento de Jonathan (John Hannan, o mesmo Jonathan dos outros filmes da trilogia) – em Xangai, e a falta de menção à Revolução Chinesa, visto que a trama se passa em 1947, um desrespeito à história daquele país.

A mudança brusca de cenário exigiu ainda pleno esforço dos efeitos especiais, marca dos últimos dois filmes. Porém, estes não conseguiram atingir o objetivo. A Múmia 3 traz além de uma avalanche muito mal feita, muita abertura de chão e terra pelos ares. Enfim, nada de novo.

A dupla de roteiristas Alfred Gough e Miles Millar (ambos de Homem Aranha 2) pecou e muito. Algumas situações chegaram a beirar o ridículo, como um confronto no alto Himalaia, onde a família O’Connell e Lin recebem a ajuda de Yetis depois que uma avalanche é provocada pelo Imperador Lin. Isso mesmo, o abominável homem das neves faz parte da história. O confronto com a Múmia, mesmo com a iminente intenção de mostrar ação, deixou a impressão de que faltava alguma coisa. O filme acaba e deixa no ar a pergunta: já acabou, é só isso mesmo?

Para quem acompanhou as outras duas obras da série, vale a pena a pipoca, para efeito de comparação. Quem não acompanhou, esqueça a múmia e prepare-se para uma trama bastante peculiar.