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Parece mentira... mas não é!


É impressionante a capacidade que algumas pessoas tem de se preocupar com a vida alheia e com o que os outros fazem ou deixam de fazer...Mas para a minha alegria quanto mais invejam o meu trabalho mais eu cresço profissionalmente...Então valeu aí pela atenção que você me confere.

Mais é melhor deixar de prestigiar as desocupadas de plantão e me preocupar com os meus leitores!

Hoje, resolvi comentar um fato inusitado que ocorreu em Passo Fundo (RS) onde um ladrão ligou para a polícia denunciando o pai de uma criança que o havia abandonado no carro que ele havia acabado de roubar. Parece mentira, mas não é! O ladrão ligou dizendo que roubou um carro, mas havia achado um "piazinho" dormindo nele. E o mais irônico disso tudo é que ele pede pro atendente da polícia avisar pro pai que se ele voltar a fazer isso o mata. Enfim, um ladrão dando lição de moral... Que mundo é este!!!

Quanto aos responsáveis - a mãe e o padrasto - do menino de apenas 5 anos no momento do roubo se encontravam em um bar bebendo. Segundo a polícia local eles serão indiciados por abandono de menor, já o ladrão fugiu sem deixar rastros.

Obra Minha


Terça-feira é dia de matéria produzida por mim, espero que gostem.

Crianças são as mais prejudicadas no processo da exclusão digital.
“O computador tira os limites das crianças”, afirma psicóloga.

Quem em sua época de criança nunca escutou a frase: “Se você brincar com ela não será mais meu amigo”, pois bem, por mais inocente que possa parecer, esta é de acordo com a psicóloga e psicanalista, Ana Maria Iencarelli, a primeira forma de exclusão sofrida por uma criança. Nesse sentido, o Instituto de Psicologia da Uerj, organizou a VI Jornada sobre a violência contra a criança, que entre outros temas discutiu as diversas formas de exclusão vivenciadas no Brasil.

Ana Maria foi à convidada do dia 4 de julho e expôs o tema “Violência e Exclusão”, em que aborda uma série de fatos excludentes da sociedade os subdividindo em três grupos: os sem-documentos, os excluídos digitais e os excluídos do convívio familiar.

Os primeiros despossuídos desta lista, segundo Ana Maria, são as crianças que de acordo com dados expostos por ela somavam em 2007, aproximadamente 375.000 bilhões sem registro de nascimento – valor lembrar que o registro é a primeira forma de inclusão do indivíduo na sociedade – sendo que na região do semi-árido nordestino 94% dos jovens não possuem registro. “O registro tardio cresce na época de eleição, já que vários políticos facilitam o acesso ao documento no período eleitoral visando o crescimento do número de títulos eleitorais”, denuncia à psicóloga e vai além “crianças nascem e morrem no Brasil sem ao menos existir legalmente”.

Outra exclusão mencionada por ela foi o preconceito sofrido pelas crianças sem terrinhas, “marcadas pela cor viva e descriminadas pelo apelido” assim é vista esta parcela da juventude brasileira que na maioria dos casos engloba a lista dos não-registrados.

Ana Maria declara ainda que a Era Digital mais do que aproximar a juventude acabou os desmembrando em dois tipos: os com computador na escola e os sem micro na escola. Contudo, a psicanalista adverte “há exclusão mesmo entre as crianças que usam o computador, na medida em que perdem a noção de tempo real, pois o espaço virtual traz outros conceitos de tempo, espaço e de compreensão da morte. E é claro, existem as crianças excluídas socialmente que sofrem a exclusão digital, ou seja, nem ao menos têm a oportunidade do acesso ao aparelho”.

Nesse aspecto ela cita a escola como fomentadora do processo de exclusão, “A má qualidade das escolas impede a obtenção de conhecimento sendo a forma mais cruel de exclusão, já que tira do aluno a oportunidade de um futuro”.

CRÉDITOS:AGENC

Obra minha


Espero que gostem do resultado, pois fiz com carinho focando ao interesse público.

Argumentos racionais movem a busca das mães pelas creches
Segundo pesquisadoras, aspectos como a aprendizagem são mais valorizados do que expectativas de carinho e atenção por parte das mães.

A convivência em um mundo capitalista no qual as mulheres são conduzidas cada vez ao mercado de trabalho levou as estudantes de psicologia da Uerj, Renata de Marca e Gabriela Amaral, a se interessaram pelo estudo das prioridades na hora da escolha de creches entre as mães cariocas. Segundo elas, a pesquisa que durou aproximadamente dois meses e contou com a participação de 10 mães com filhos entre zero e quatro anos, tinha o objetivo de analisar quais critérios eram mais importantes na hora de escolher a creche apropriada.

De acordo com Renata, a questão da afetividade foi exposta por todas as mães ouvidas, em menor ou maior grau, já que vários aspectos cognitivos foram ditos como dominantes para a seleção. Gabriela mencionou ainda alguns pontos de contato entre as entrevistadas “todas as mães se preocupam com a qualidade do lugar, o atendimento que era dado aos seus filhos e a sua relação com as demais crianças”.
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Nesse sentido, as estudantes utilizaram com método de pesquisa a resposta a seguinte pergunta: “Ao buscar uma creche, quais os cinco principais critérios utilizados na escolha?” E de acordo com as respostas pediam para que os definissem em ordem de prioridade. Sendo observado através da ordenação de cada mãe se aspectos básicos como o aprendizado e o desenvolvimento da criança no ambiente da creche eram vistos como principais diante de aspectos emocionais como o carinho, a afeição e a empatia.

Apesar da amostragem reduzida de mães, o estudo é visto como importante por elas que afirmam ter realizado um dos primeiros nesse sentido. “Não compreendo como um fato tão relevante para a mulher ainda não tenha sido objeto de estudo”, disse Renata. O estudo é denominado de “pesquisa piloto” por ambas, já que sua continuidade é prevista pelas autoras. Elas afirmam ainda que a nova etapa do projeto abordará um número maior de participantes e incluirá novas categorias de estudo, já que o atual teve apenas cinco: afetividade, cuidados físicos básicos, ambiente físico e social, aspectos como a inteligência e a razão, denominados por elas de aspectos cognitivos, recomendação e receptividade.

CRÉDITOS: AGENC