12:09
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Monique Andrad

Alguns choram, outros ascendem vela, tem gente que reza. Mas, nos EUA encontraram uma maneira bem americana de homenagear as vítimas do atentado terrorista ao World Trade Center. Construíram o navio de guerra USS New York.
Mas peraí... Um navio de guerra? Para homenagem os mortos? Mas um navio de guerra não produz mais mortes? Bem, na terra do Tio Sam contanto que os mortos não sejam estadunidense está valendo. O navio, construído nos estaleiros da Louisiana, contém 7,5 toneladas de provenientes das Torres Gêmeas e deve ser usado em operações especiais contra terroristas.
De acordo com reportagens saídas no último dia 2, a homenagem foi recebida com alegria pelos parentes das vítimas do atentado, ocorrido em 11 de setembro de 2001, que vitimou aproximadamente 3 mil pessoas. Entre as declarações que li duas, em especial, me chamaram a atenção a da americana Nancy Cinei, dada à AFP, "Meu filho Michael morreu no 11 de setembro. Ele era bombeiro com apenas nove semanas de atividade. Saber que o World Trade Center é parte do USS New York significa muito para mim" e a de Brian Dunwoody, membro da polícia da autoridade portuária de Nova York e Nova Jersey, que declara “Meu departamento perdeu 37 policiais naquele dia. O fato de terem construído este navio de guerra com o aço das torres é uma boa forma de recordar as pessoas que perdemos naquele dia".

“é uma boa forma de recordar as pessoas”, será mesmo? Sinceramente, não vejo como. Talvez seja pelo fato de viver em um país sem tradição de guerra onde os problemas se resolvem com uma boa pizza. Ah! Sabe qual é o lema do navio? “Never forget” (Nunca esqueceremos), forte, né?!
16:25
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Monique Andrad
Terça-feira 20 de janeiro de 2009 essa é a data que ficará gravada na memória de gerações e gerações. Um país, um homem e um destino. Assim é possível o governo de Barack Hussein Obama como presidente dos Estados Unidos da América. Um vencedor que atravessou a barreira do preconceito, tão presente ainda em solo norte americano, e chegou as portas do paraíso ou do inferno (Casa Branca) dependendo da situação. Sendo assim, recuso-me a citá-lo como o primeiro presidente negro a assumir o poder nos EUA preferindo parabenizar apenas ao marido responsável e ao pai dedicado de duas lindas meninas que com determinação e força de vontade alcançou o objetivo aos 47 anos.
Sendo assim, ao meio-dia (15 horas em Brasília) de hoje assisti a posse de Obama e pude perceber o tom, extremamente, nacionalista de seu discurso na base de "América para os americanos". Outro ponto a ser citado é a costumeira elegância com que a primeira-dama Michelle Obama estava trajada, uma lady.

Para encerrar e
is as palavras mais aguardadas da história: "Eu, Barack Hussein Obama, juro solenemente cumprir fielmente as funções de presidente dos Estados Unidos e, na medida de minhas possibilidades, salvaguardar, proteger e defender a Constituição Estados Unidos."* Confira alguns trechos do primeiro discurso de Obama:
"Neste dia, proclamo o fim das queixas mesquinhas e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas desgastados que durante tanto tempo estrangularam nossa política".
"Neste dia, nos reunimos porque escolhemos esperança em vez de medo, unidade de propósito em vez de conflito e discórdia". Não sei porque, mas este trecho me lembra a campanha do Lula de 2002.
"Hoje eu digo que os desafios que encaramos são reais. Eles são sérios e eles são muitos. Eles não vão ser vencidos facilmente, ou em um curto período de tempo. Mas sei disso, América, eles vão ser vencidos"
09:43
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Monique Andrad

Incontestável a vitória do democrata, Barack Hussein Obama, nas eleições norte-americanas. No auge de seus 47 anos ele, simplesmente, trucidou a candidatura do republicano, John McCain, e por tal feito torna-se o primeiro negro a assumir o controle da nação mais rica da Terra ( Até agora!).
Sendo o 44º presidente da história dos EUA, Obama, segundo as pesquisas divulgadas pela CNN, conseguiu reunir 330 dos 528 votos no Colégio Eleitoral - sendo que o mínino para se eleger é 270 votos-, ou seja, um verdadeiro banho. Entre os vários motivos que o conduziram a vitória, é possível, afirmar a crise econômica como um ponto crucial, além é claro, da impopulariade do atual presidente George W. Bush que apoiava o republicano McCain.

Na noite de ontem, mais precisamente às 23 horas (3 da manhã no horário de Brasília) o presidente eleito fez seu primeiro discurso onde repetiu incansavelmente "Yes, we can" (Sim, nós podemos) frase-tema de sua campanha. A posse, no entanto, só ocorrerá no dia 20 de janeiro de 2009, mas pelo discurso já possível prever o que vem por aí:
"O caminho à frente será longo. Nossa escalada será árdua. Podemos não chegar lá em um ano ou em um mandato, mas, América, nunca estive mais esperançoso do que nesta noite de que chegaremos lá", ou então, na afirmação de que é necessário "sonhar novamente o sonho americano". Agora de todas as frases proferidas pela novo presidente uma não me sai da cabeça:
"A hora da mudança chegou à América", que será que ele quis dizer com isso? Tomara que seja algo bom para todos nós.
13:19
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Monique Andrad

Peço desculpas antecipadas a todos aqueles que não gostarem da brincadeira, mas não resisti.
Os americanos já começaram a decidir quem governará o Brasil, digo os EUA pelos próximos quatro anos. Ah! Falemos francamente é o Brasil mesmo!!! Enfim, espero que o vencedor seja mais qualificado e menos atrapalhado no controle da nação norte-americana, já que nós e o mundo sofremos, direta ou indiretamente, com suas decisões. Sinceramente, se tivesse que votar não saberia em quem, pois ambos ainda me parecem farinha do mesmo saco.
Agora só nos resta esperar...
09:32
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Monique Andrad

Ontem, tive o desprazer de me recostar no confortável sofá de minha sala para assistir ao segundo debate ao posto menos disputado do momento: o cargo de presidente do falido país Estados Unidos da América. Sinceramente, não pude suportar mais do que 25 minutos dos quais ouvi uma centena de absurdos largamente proferidos por ambos os candidados.
A gota d'água para que desligasse a televisão, no entanto, foi quando o mediador encaminhou a conversa para o tema de segurança nacional,ou seja, combate aos terrorismo. A partir daí o sangue me subiu a cabeça devido a colocações feitas por McCain de que o EUA é o pacificador mundial e por isso deve se envolver nos problemas dos demais países para levá-los a democracia - Pelo Amor de Deus!! Pacificador Mundial?? Foi demais para mim, gostaria, e muito, de saber o que significa o verbete pacificar para ele, pois não é isso que vejo no Afeganistão e Iraque onde a invasão orquestrada por seu partido e com seu apoio só implementou o caos e a destruição a essas nações.
Sem contar que o senador republicano, John McCain, ainda afirmou que a nação deve tratar aos demais países do continente americano com carinho, mas sempre usando o porrete quando preciso. O que me fez lembrar na hora da política do Big Stick ( O Grande Porrete), aquela que aprendemos na escola e que marcou o relacionamento estadounidense com os pobres países americanos. Pois é, ela voltou com o Bush e pelo que vi e ouvi se tornará mais intensa com McCAin que disse ser esta uma das saídas para solucionar os problemas de seu país.
Contudo, o queridinho Barack Obama não fica devendo em nada quando o assunto é guerrear e declarou que invadirá qualquer país que tentar intervir no crescimento americano, deixando implícito o desejo de começar uma guerra também. Enfim, ambos, Barack e Obama, são candidatos a algozes de milhares de vítimas inocentes no mundo sempre utilizando o pretexto de levá-los ao progresso e sem nunca perguntar se eles realmente o querem.
Ainda de acordo com pesquisas feitas pela CNN, o democrata Obama ganhou o debate com 54% das opiniões favoráveis a ele. Mas, sinceramente, depois de ontem à noite percebi com dó no peito que tanto faz McCain ou Obama, pois são farinha do mesmo saco de guerra.