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Obra minha


Espero que gostem do resultado, pois fiz com carinho focando ao interesse público.

Argumentos racionais movem a busca das mães pelas creches
Segundo pesquisadoras, aspectos como a aprendizagem são mais valorizados do que expectativas de carinho e atenção por parte das mães.

A convivência em um mundo capitalista no qual as mulheres são conduzidas cada vez ao mercado de trabalho levou as estudantes de psicologia da Uerj, Renata de Marca e Gabriela Amaral, a se interessaram pelo estudo das prioridades na hora da escolha de creches entre as mães cariocas. Segundo elas, a pesquisa que durou aproximadamente dois meses e contou com a participação de 10 mães com filhos entre zero e quatro anos, tinha o objetivo de analisar quais critérios eram mais importantes na hora de escolher a creche apropriada.

De acordo com Renata, a questão da afetividade foi exposta por todas as mães ouvidas, em menor ou maior grau, já que vários aspectos cognitivos foram ditos como dominantes para a seleção. Gabriela mencionou ainda alguns pontos de contato entre as entrevistadas “todas as mães se preocupam com a qualidade do lugar, o atendimento que era dado aos seus filhos e a sua relação com as demais crianças”.
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Nesse sentido, as estudantes utilizaram com método de pesquisa a resposta a seguinte pergunta: “Ao buscar uma creche, quais os cinco principais critérios utilizados na escolha?” E de acordo com as respostas pediam para que os definissem em ordem de prioridade. Sendo observado através da ordenação de cada mãe se aspectos básicos como o aprendizado e o desenvolvimento da criança no ambiente da creche eram vistos como principais diante de aspectos emocionais como o carinho, a afeição e a empatia.

Apesar da amostragem reduzida de mães, o estudo é visto como importante por elas que afirmam ter realizado um dos primeiros nesse sentido. “Não compreendo como um fato tão relevante para a mulher ainda não tenha sido objeto de estudo”, disse Renata. O estudo é denominado de “pesquisa piloto” por ambas, já que sua continuidade é prevista pelas autoras. Elas afirmam ainda que a nova etapa do projeto abordará um número maior de participantes e incluirá novas categorias de estudo, já que o atual teve apenas cinco: afetividade, cuidados físicos básicos, ambiente físico e social, aspectos como a inteligência e a razão, denominados por elas de aspectos cognitivos, recomendação e receptividade.

CRÉDITOS: AGENC